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Por Gani Silva
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28 de novembro de 2007 |
Medusa, uma nebulosa em transformação
A Nebulosa Medusa, com 4 anos-luz de diâmetro, consiste de um emaranhado de filamentos serpentóide que são formados de gases irradiados. Essa constelação é também conhecida como Abell 21. A medusa é uma nebulosa planetária velha que está a 1500 anos-luz afastada da constelação de Gêmeos. Em consonância com a sua origem mitológica, essa nebulosa é associada a uma transformação dramática, uma vez que ela representa o estágio final da evolução de estrelas de pouca massa, como nosso Sol, que se transformam de gigantes vermelhas para anãs brancas e nesse processo encolhem de suas camadas exteriores. A radiação ultravioleta a partir das estrelas quentes (anãs brancas) promovem a irradiação nebular. A transformação da Medusa a partir de um uma estrela central quente pode ser vista em imagens de cor azul, detalhada no seguinte link . fonte: APOD (Foto do dia ) |
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Por Gani Silva
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19 de novembro de 2007 |
As Plêiades estão a 400 anos-luz do sistema solar
Possivelmente, as Plêiades sejam o mais famoso aglomerado estelar no céu. Elas podem ser vistas com binóculos até mesmo de cidades poluidas como São Paulo. São conhecidas como as 7 irmãs e tem o nome científico de M45. As plêiades são as estrelas mais brilhantes e mais próximas do sistema solar (400 anos-luz). Essas estrelas formam um aglomerado aberto contendo cerca de 3000 estrelas em um diametro de 13 anos-luz. Está bem evidenciado nessa foto a cor azul refletida a partir da nebulosa, circundada de um aglomerado estrelas brilhantes. Também foram encontrado nas plêiades anãs marrons de baixa massa. Fonte: APOD Crédito da Foto: Antonio Fernandez-Sanchez |
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Um risco espacial em Órion |
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Por Gani Silva
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19 de novembro de 2007 |
Um risco em forma de cometa na Constelação de Órion
Essa é uma figura muito interessante de Órion mostrando essa constelação com suas estrelas jovens e núvens cósmicas de hidrogênio e poeira. Essa foto foi feita por Dave Kodama (Nasa-2007) em 11 de Novembro de 2007 e sua exposição durou cerca de 40 minutos. Ela inclui a Grande Nebulosa de Órion quase no centro onde está o cinturão do guerreiro mitológico Órion formado pelas 3 grandes estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka. Há também na foto o arco circular avermelhado conhecido como Volta de Barnard, descoberto por grande exposição fotográfica em 1895, que termina próximo a estrela Rigel. Esse arco é uma nebulosa formada por gases e poeira emitidos pelas estrelas em grande atividade. Inadvertidamente, a imagem também registrou uma luz brilhante, uma nuvem tipo cometa que não tem qualquer ligação com a constelação de Órion e suas nebulosas. A nuvem misteriosa foi reconhecida como sendo o combustível de um foguete de propulsão para colocar em órbita um satélite geosincronizado. Esse feixe de gás reflete a luz solar, brilhando a partir do oeste (direita na foto) e expande para o oeste. O feixe foi esmaecendo durante o tempo de exposição, criando um formato de cunha. fonte: informações baseadas no site APOD |
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